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sábado, 24 de setembro de 2022

Creio na vida eterna

A vida terrena é a única oportunidade que temos para «merecermos» o Céu. O próprio Deus é Céu; Ele é a «felicidade suprema e definitiva». A morte é dolorosa e repugnante, mas tem um sentido positivo»: abre-nos as portas do Céu, pois sabemos que «se morremos com Cristo, com Ele também viveremos» (2 Tm 2,11). Conheça a doutrina da Igreja sobre as realidades últimas da nossa vida: Morte, Juízo, Purgatório, Inferno, Paraíso

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Deus é AMOR

Deus manifestou o Seu Amor por ter criado o homem a sua própria imagem e semelhança. Manifestou-o ao longo da história, por ter escolhido o povo de Israel e por o ter libertado da escravidão do Egito, por lhe ter enviado os profetas que falavam em nome de Deus, por ter enviado, na plenitude dos tempos, o seu Filho único Jesus Cristo e, enfim, por ter enviado o Espírito Santo, o Espírito de Amor. Deus é amor

O Caminho da oração

A oração é como a vida, é um caminho em que temos sempre que aprender. Em todos os recantos da terra há homens e mulheres que se recolhem para a oração: «Quem reza salva-se; quem não reza condena-se. A oração não é um dever, é uma necessidade. Tal como o nosso corpo precisa de alimento assim a nossa alma precisa da oração. Precisamos da oração como o ara que respiramos, se não respiramos, morremos. Se não comemos, adoecemos e morremos. A mesma coisa acontece à nossa alma: sem oração, ela desfalece e morre. Não é Deus que precisa da nossa oração, somos nós que precisamos d'Ele para vivermos: a oração é o alimento da nossa alma. A oração é caminho

sábado, 21 de maio de 2022

QUEM SÃO OS DEMÓNIOS?

Sobre este assunto existe um livro de GEORGES HUBER, O diabo, hoje, Quadrante, São Paulo 1999, pp. 108. Este libro que muito recomendo apresenta a doutrina autêntica da Igreja. É dele que me tenho servido para este artigo. 

A Bíblia fala do diabo com naturalidade e sem suscitar medos. É um anjo decaído, uma simples criatura e, como tal, está sujeito à vontade soberana de Deus. Não pode ser colocado de forma nenhuma ao mesmo nível de Deus. Deus é o Senhor e o Criador de tudo e de todos. Satanás é uma simples criatura, um nada diante Dele; Satanás é um anjo caído, mas sempre um anjo, isto é, uma esplêndida criatura saída das mãos de Deus. 

"A existência dos seres espirituais, não-corporais, que a Sagrada Escritura chama habitualmente anjos, é uma verdade de fé. O testemunho da Escritura a este respeito é tão claro quanto a unanimidade da Tradição" (Catecismo da Igreja Católica, 328); “Enquanto criaturas puramente espirituais, são dotados de inteligência e vontade: são criaturas pessoais e imortais. Superam em perfeição todas as criaturas" visíveis" (n. 330).

O Catecismo da Igreja Católica (CIC) afirma claramente a existência do diabo (Diábolo, aquele que divide; ou então satan, satana, aquele que acusa, enquanto anjo caído:

391. Por detrás da opção de desobediência dos nossos primeiros pais, há uma voz sedutora, oposta a Deus (Gn 3, 1-5), a qual, por inveja, os faz cair na morte (Sab 2, 24). A Escritura e a Tradição da Igreja veem neste ser um anjo decaído, chamado Satanás ou Diabo (Jo 8, 44; Ap 12, 9). Segundo o ensinamento da Igreja, ele foi primeiro um anjo bom, criado por Deus. «Diabolus enim et alii daemones a Deo quidem natura creati sunt boni, sed ipsi per se facti sunt mali – De facto, o Diabo e os outros demónios foram por Deus criados naturalmente bons; mas eles, por si, é que se fizeram maus» (Concílio de Latrão, ano 1215, cap. 1, De fide catholica: DS 800).

A natureza angélica

Segundo Santo Agostinho, a palavra «anjos» significa «mensageiro» indica a função dos espíritos celestes.  Com todo o seu ser, os anjos são servos e mensageiros de Deus. Pelo facto de contemplarem «continuamente o rosto do meu Pai que está nos céus» (Mt 18, 10), eles são «os poderosos executores das suas ordens, sempre atentos à sua palavra» (Sl 103, 20). (Catecismo da Igreja Católica, 329)

330. Enquanto criaturas puramente espirituais, são dotados de inteligência e vontade: são criaturas pessoais e imortais (Lc 20, 36). Excedem em perfeição todas as criaturas visíveis. O esplendor da sua glória assim o atesta (Dn 10, 9-10).

Em primeiro lugar, que os anjos são espíritos puros, pessoais — ou seja, capazes de dizer "eu", de maneira análoga a como nós o fazemos —; não são uma espécie de "energias" ou "forças" cegas e impessoais, antes são conscientes, inteligentes e livres. 

Em segundo lugar, sendo puros espíritos, não sofrem das limitações do corpo como acontece aos seres humanos. São dotados de uma grande inteligência, conhecem por um ato único, chamado intuição, a realidade completa no seu conjunto, enquanto os seres humanos só podem conhecer através dos sentidos, pouco a pouco, com dificuldade, de maneira discursiva, isto é, de forma gradual e sucessiva.

Os seres humanos, na sua liberdade, são condicionados pela deficiência do intelecto, pela instintividade da natureza corporal e por uma vontade sempre hesitante e instável; tomam decisões, mas não conseguem aderir com firmeza e constância às resoluções tomadas. Os anjos gozas de uma liberdade mais perfeita; estão isentos de qualquer paixão emotiva, por isso, tomas decisões firmes e as perseguem com resoluta firmeza, isto é, atuam com uma coerência e perseverança inimagináveis para nós.

Os anjos bons, devido as qualidades angélicas - de inteligência e vontade - são de verdade bons e santos, sem nenhum resquício de mal, pois, decidiram livremente de amar e servir a Deus mais do que a si mesmos; os demónios, pelo contrário, mesmo mantendo as qualidades angélicas, são integralmente corruptos e maus, porque optaram contra Deus, sempre movidos pelo orgulho e pelo egoísmo. 

Por fim, os anjos não estão sujeitos às limitações do tempo e do espaço como os seres humanos. São puros espíritos, não precisam de água e de alimentos, nem sequer estão sujeitos à fadiga, à dor à doença e à morte.   

Os anjos possuem qualidades angélicas, mas são infinitamente inferiores a Deus. Deus é omnipotente, criou a partir do nada, os anjos não; Deus é omnisciente, conhece tudo, os anjos não. São simplesmente criaturas e, como tais, estão sempre sujeitos em tudo e sempre ao querer divino; nunca podem agir sem a permissão expressa do Senhor. A mesma coisa deve ser dita dos demónios, só podem fazer o que Deus lhes permite.

395. No entanto, o poder de Satanás não é infinito. Satanás é uma simples criatura, poderosa pelo facto de ser puro espírito, mas, de qualquer modo, criatura: impotente para impedir a edificação do Reino de Deus. Embora Satanás exerça no mundo a sua ação, por ódio contra Deus e o seu reinado em Jesus Cristo, e embora a sua ação cause graves prejuízos – de natureza espiritual e indiretamente, também, de natureza física – a cada homem e à sociedade, essa ação é permitida pela divina Providência, que com força e suavidade dirige a história do homem e do mundo. A permissão divina da atividade diabólica é um grande mistério. Mas «nós sabemos que tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus» (Rm 8, 28).

331. Cristo é o centro do mundo dos anjos (angélico). Estes pertencem-Lhe: «Quando o Filho do Homem vier na sua glória, acompanhado por todos os [seus] anjos…» (Mt 25, 31). Pertencem-Lhe, porque criados por e para Ele: «em vista d’Ele é que foram criados todos os seres, que há nos céus e na terra, os seres visíveis e os invisíveis, os anjos que são os tronos, senhorias, principados e dominações. Tudo foi criado por seu intermédio e para Ele» (Cl 1, 16), E são d’Ele mais ainda porque Ele os fez mensageiros do seu plano salvador: «Não são eles todos espíritos ao serviço de Deus, enviados a fim de exercerem um ministério a favor daqueles que hão-de herdar a salvação?» (Heb 1, 14). (Catecismo da Igreja Católica, 331)

A queda dos anjos

Deus ofereceu aos anjos mesma salvação que oferece aos homens: a «visão beatifica». Logo após a sua criação, uma parte de anjos, revoltaram-se contra Deus e perderam a «visão beatífica». «O diabo e os outros demónios foram por Deus criados naturalmente bons; mas eles, por si, é que se fizeram maus» (Catecismo da Igreja Católica, 391)

392. A Escritura fala dum pecado destes anjos (2 Pe 2,4). A queda consiste numa livre opção destes espíritos criados, que radical e irrevogavelmente recusaram Deus e o seu Reino. Encontramos um reflexo desta rebelião nas palavras do tentador aos nossos primeiros pais: «Sereis como Deus» (Gn 3, 5). O Diabo é «pecador desde o princípio» (1 Jo 3, 8), «pai da mentira» (Jo 844). (Catecismo da Igreja Católica, 392)

393. É o carácter irrevogável da sua opção, e não uma falha da infinita misericórdia de Deus, que faz com que o pecado dos anjos não possa ser perdoado. «Não há arrependimento para eles depois da queda, tal como não há arrependimento para os homens depois da morte».

394A Escritura atesta a influência nefasta daquele que Jesus chama «o assassino desde o princípio» (Jo 8, 44), e que chegou ao ponto de tentar desviar Jesus da missão recebida do Pai (Mt 4, 1-11). «Foi para destruir as obras do Diabo que apareceu o Filho de Deus» (1 Jo 3, 8). Dessas obras, a mais grave em consequências foi a mentirosa sedução que induziu o homem a desobedecer a Deus.

São Tomás de Aquino afirma que, mesmo depois da queda, Satanás conserva integralmente os dons naturais verdadeiramente esplêndidos que recebeu do Criador (De Malo, q. 16, a. 6c) O demónio degradou-se, mas não perdeu a natureza angélica, mantem a sua inteligência e vontade, dons naturais incomparavelmente superiores aos do homem, embora as utilize para fazer o mal. Um atleta gigante continua a ser um atleta gigante, ainda que use a sua força e a sua agilidade só para cometer crimes. 

Quanto à prova a que Deus submeteu os anjos, alguns teólogos pensam que Deus lhes teria mostrado Jesus Cristo, Verbo de Deus encarnado, humilhado sob a forma de uma criança no estábulo de Belém e nas vestes de um criminoso condenado ao suplício da cruz, e que os teria convidado a adorá-lo e servi-lo. Mas alguns deles, conscientes da sua própria grandeza, beleza e dignidade, — encabeçados por Lúcifer, o "Portador da luz", um dos serafins mais belos e poderosos — ter-se-iam recusado a fazê-lo e exclamado que non o serviriam, "não servirei" (cf. Jer 2, 20); com esse ato de rebelião se afastaram para sempre da presença de Deus. 

Não sabemos qual foi a prova, mas sabemos com toda a certeza é que foi um pecado de orgulho: preferirem a sua própria vontade do que a vontade de Deus; é devido à perfeição da sua inteligência e da sua vontade, que estão fixados nesse estado de ódio permanente contra o Criador, isto é, na morte eterna, a que damos o nome de Inferno. 

Depois disso, Lúcifer e os seus seguidores não podiam ferir diretamente a Deus ou sequer competir com Ele, por isso, voltaram a sua raiva e inveja cegas contra as suas criaturas. Assim, Satanás, conseguiu que o homem, vértice da criação material, o acompanhasse no seu pecado de soberba e de desobediência a Deus e ganhou um forte ascendente sobre ele e tornou-se o «Príncipe deste mundo», posição da qual só será despojado por Cristo, Rei da nova criação que instaurou na terra o Reino de Deus.

397. Tentado pelo Diabo, o homem deixou morrer no coração a confiança no seu Criador (273). Abusando da liberdade, desobedeceu ao mandamento de Deus. Nisso consistiu o primeiro pecado do homem (Rom 5, 19). Daí em diante, todo o pecado será uma desobediência a Deus e uma falta de confiança na sua bondade.

O homem em estado de pecado, de qualquer forma recusa a graça e tornou-se escravo de Satanás. Em contrapartida, o cristão, libertado por Cristo é renovado pela graça de Deus, sofre apenas uma influência externa do demónio por meio da tentação.   

 

A PROVIDÊNCIA SERVE-SE DA MALÍCIA DOS DEMÓNIOS 

A grandeza natural dos anjos caídos está também presente no papel que Deus lhes atribui na história da salvação. Não é um papel de figurantes, como se poderia pensar, mas de protagonistas. São Tomás de Aquino explica-o nestes termos: 

"Pela sua natureza, os anjos estão entre Deus e os homens. Ora bem, o plano da Providência consiste em promover o bem das criaturas inferiores por meio dos seres superiores, e esse plano é levado a cabo de duas maneiras: ou diretamente, induzindo o homem ao bem e afastando-o do mal, e convém que isto se faça pelo ministério dos anjos bons; ou indiretamente, quando o homem é provado e combatido pelos assaltos do adversário e convém que se confie este modo de promover o bem aos anjos maus, para que depois do pecado não percam a sua utilidade na ordem da natureza". 

Assim, acrescenta São Tomás, atribui-se aos demónios um duplo "lugar" de castigo: um - pela falta que cometeram - é o inferno; o outro - pelas provas a que submetem os homens - é o "ar tenebroso", quer dizer, a "atmosfera" terrestre de que fala a Sagrada Escritura (cfr. Ef 2, 2; 6, 12; e 1 Pe 5, 8). 

Estamos diante de uma linguagem certamente misteriosa para o homem moderno! O cardeal Charles Journet procura explicar assim os "lugares" habitados pelos demónios: 

"As duas sedes do demónio consistem, por um lado, no inferno, e, por outro, no ar, na estratosfera, nos lugares celestes. A primeira sede é a do seu infortúnio; a segunda, a das suas ameaças. Falar da presença do demónio no ar, na estratosfera, nos lugares celestes, é servir-se de uma imagem para dizer que, além da sua presença no inferno, onde está aprisionado, o demónio também está presente nos lugares em que vivemos, para nos tentar". 

Depois de terem pecado, Deus teria podido precipitar todos os anjos rebeldes nas profundezas do inferno, mas é próprio do sábio utilizar os males para fins superiores, como observa São Tomás. Enquanto o Senhor precipita no inferno uma parte dos anjos maus, encerra a outra parte na "atmosfera terrestre" para tentar os homens. Deus servir-se-á da malícia desses anjos maus, perfeitamente controlada, para pôr à prova os homens e para desse modo lhes dar ocasião de purificar-se e de elevar-se espiritualmente. 

Assim, os anjos rebeldes convertem-se, contra a sua vontade, em servidores do Senhor ou, antes, em seus escravos. Do mesmo modo como os presos de antigamente eram condenados a remar nas galés do Estado, assim os demónios estão condenados a trabalhar, contra a sua vontade, pela salvação das almas e pela glória de Deus. 

No que se refere à duração do ministério dos anjos bons e das provas infligidas aos homens pelos maus, São Tomás escreve: 

"Até o dia do Juízo final é preciso procurar a salvação dos homens. Até esse dia, portanto, devem prosseguir tanto o ministério dos anjos bons como as tentações infligidas pelos demónios. Durante todo este tempo, os anjos bons são enviados à terra, para estarem junto de nós, ao passo que os demónios residem no «ar tenebroso», para nos provarem. No entanto, alguns deles já se encontram no inferno para torturar os que se deixaram induzir ao mal; e de igual modo, alguns anjos bons estão no céu com as almas santas. Mas depois do último Juízo, todos os maus, homens e anjos, estarão no inferno; e todos os bons, no céu".

É uma visão cósmica da história da salvação: de um lado, encontram-se milhões de anjos fiéis a Deus, que velam guardando os homens a caminho do seu destino eterno; do outro, legiões de anjos rebeldes, que se esforçam por perder esses mesmos homens. 

"O mundo muda de aspeto - escrevia René Bazin - quando se consideram os homens fundamentalmente como almas a caminho do seu destino eterno". Do mesmo modo, poderia dizer-se que a história da humanidade muda de aspeto quando a consideramos como campo de batalha entre dois exércitos de anjos que disputam entre si o espírito e o coração dos homens. Seria necessário considerarmos este espetáculo com "os olhos de Deus", isto é, com um olhar de fé viva, para medirmos um pouco as suas dimensões apocalípticas. "Sobre o cenário do mundo - escreve um autor espiritual -, a vida das almas pode apresentar-se como que revestida de banalidade. Na realidade, porém, essa vida está dominada por uma invisível e grandiosa disputa entre Deus e o demónio”. 

 

Bibliografia: 

Georges Huber, O diabo hoje, pp. 21-26

Catecismo da Igreja Católica, Os Anjos, nn. 328-333

Catecismo da Igreja Católica, Os Anjos na vida da Igreja, nn. 334-336

Catecismo da Igreja Católica, A queda dos Anjos, nn. 391-395

quinta-feira, 5 de maio de 2022

A oração é amor

Podemos encontrar diferentes definições sobre a oração. A oração é “falar com Deus”; “pensar em Deus”; “elevar a mente e o coração a Deus”, etc. Mas, a oração é sempre “um encontro pessoal com Deus”, um encontro do filho com o Pai. Por isso, a oração é, essencialmente, um ato de amor. Oração e vida


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sexta-feira, 1 de abril de 2022

Oração da Misericórdia com o Padre Leo

Todas as Sextas-feiras 

Igreja Beato João Batista Scalabrini

(Rua do Minho, Cruz de Pau, Amora)

  • 14h Atendimento e Oração do Terço
  • 15h Terço da Divina Misericórdia 
  • Oração de cura e libertação 
  • Imposição das mãos.
· Para chegar na Igreja Beato J.B. Scalabrini 
- deixar a autoestrada em Amora - Fogueteiro. Entre na EN 10, siga para a frente (1ª e 2ª rotunda. A estrada começa a subir, mantenha-se a direita, entre e contorne a grande rotunda de Cruz de Pau. Saia a direita em direção dos Foros de Amora. Vai encontrar uma pequena rotunda, vire a esquerda. já está na rua do Minho, siga em frente até encontrar a Igreja Nova (Beato J.B. Scalabrini).
- Outro percurso: Estando na EN 10, na 1ª rotunda, vire a esquerda (Foros de Amora); encontra outra rotunda, vire a direita, ao fim da subida, ao seu lado direito encontra a Igreja Nova. 

Se vier de comboio (FERTAGUS): 
Saia na estação dos FOROS de AMORA. À sua direita vê uma paragem de autocarros e no fundo um atalho para peões, entre nele, suba até  encontrar a estrada dos Foros de Amora, siga a esquerda, (Restaurante "Outra Margem"), à rotunda, siga a direita, já está na rua do Minho, siga em frente até encontrar a Igreja Scalabrini. São 5 minutos de estrada a pé. Será sempre bem-vindo/a. 


ORAÇÃO NA IGREJA DE SÃO PAULO
Perto de Cais de Sodré – Lisboa
– Terça-feira, 14 de março, às 21h


ORAÇÃO NA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA PAZ




Rua Santo António de Bolonha, 14, PÓVOA DE SANTO IRIA
– Sábado, 18 de Fevereiro, às 21
– Sábado, 29 de Abril, às 21h
– Sábado, 24 de Junho, às 21h


Por mais informações clique aqui